Eu construo. É o que sempre fiz — só mudou a ferramenta.
Primeiro foi uma clínica. Depois, um método. Depois vieram os cursos, os palcos e os lançamentos digitais que chegaram a profissionais do Brasil inteiro. Agora é a Zatheon — o ecossistema de IA aplicada à saúde que reúne o que cada fase me ensinou: saúde por dentro, venda na prática, ensino que funciona.
Cada capítulo desta página existe por uma razão: mostrar que o que estou construindo agora não caiu do céu. Foi construído em camadas — e cada camada está documentada em foto.
A clínica que virou escola: o método SOS.
Eu já era fisioterapeuta — formado pela Universidade Potiguar, com pós-graduação em fisioterapia dermatofuncional — e trabalhava de dia na Caixa Econômica Federal, aprendendo na prática o que faculdade nenhuma ensina: atender gente, vender, resolver. À noite e nos fins de semana, construía o meu negócio.
Dessa construção nasceu o SOS Emagrecimento Comportamental: um método que trata o emagrecimento pela raiz que ninguém queria encarar — o comportamento. São três etapas:
O método virou atendimento. O atendimento virou a minha clínica de saúde e estética em Mossoró — a Dr. SOS —, com protocolos, equipe e uma esteira de cuidado que ia do emagrecimento à estética avançada. Criolipólise, ondas de choque, eletroterapia: eu operava cada equipamento e escrevia cada protocolo.
E então aconteceu uma coisa que eu não planejei: as pessoas começaram a pedir para aprender comigo. Profissionais da saúde queriam o método, queriam os protocolos, queriam saber como a clínica funcionava por dentro. A demanda pelo online veio antes de eu ir atrás dela.
Virei professor — e depois aprendi a lançar.
Desde 2018 eu escrevo apostilas, monto cursos e dou aulas. Comecei ensinando o que dominava: limpeza de pele, protocolos de estética, eletroterapia, ondas de choque. Cada turma me ensinava a ensinar melhor.
Quando o online abriu a porteira, entrei de vez no mundo dos lançamentos digitais. Estudei o jogo a sério — me formei em marketing pela V4 Company em 2022 — e construí, lançamento a lançamento, uma esteira de formações que chegou a profissionais de estética do Brasil inteiro: da estética avançada à harmonização corporal, do agendamento pelo WhatsApp ao emagrecimento comportamental.
O que essas fotos não mostram é o custo de cada uma. Mesmo com um sócio de agência cuidando do tráfego e desenhando a estratégia comigo, quase tudo o mais passava por mim: o conteúdo, as páginas, o produto, as aulas, o suporte, a entrega. Do lançamento à última aluna atendida — uma operação inteira nas costas de uma pessoa. Foi ali, exausto entre um CPL e uma turma nova, que nasceu a pergunta que hoje virou empresa: por que não existe uma ferramenta que faça por esse profissional o que eu precisei fazer sozinho?
Essa fase me deu algo que pouca gente da saúde tem: anos de prática real em marketing, copy, funil e venda — não a teoria, a operação. Escrevi as páginas, gravei as aulas de lançamento, montei as ofertas, olhei as métricas às duas da manhã. Errei muito, ajustei sempre.
Sem essa fase, nada do que veio depois existiria.
Por que emagrecimento? Porque a primeira transformação foi a minha.
Tem uma história pessoal correndo em paralelo a tudo isso — e é ela que explica por que o método nasceu no emagrecimento, e não em qualquer outro lugar.
Eu cresci em Mossoró sendo o gordinho da família. Praia, para mim, era o lugar de ficar de camisa enquanto todo mundo entrava na água. Fiz dieta atrás de dieta, vivi o efeito sanfona — que não maltrata só o corpo, maltrata a esperança — e tomei a decisão que parecia definitiva: a cirurgia bariátrica. Funcionou por um tempo. Dois anos depois, a balança tinha me devolvido quase vinte quilos.
Eu tinha operado o estômago — mas ninguém tinha operado a minha cabeça. Foi estudando o que aconteceu comigo que entendi que o problema era comportamento. Dessa ficha caída nasceu o SOS. A minha dor virou o meu produto — e depois virou resultado na vida de muita gente.
Comportamento não se corta com bisturi — se reprograma. Essa frase me transformou primeiro, e depois virou método.
Biomédico e fisioterapeuta: ciência e mão na massa, no mesmo corpo.
Sou biomédico e fisioterapeuta. Duas graduações completas — Fisioterapia pela Universidade Potiguar, Biomedicina pelo Centro Universitário UNIBTA — e uma pós-graduação em fisioterapia dermatofuncional e estética. É essa combinação — a ciência do laboratório com a reabilitação de gente de verdade — que sustentou cada resultado no emagrecimento e na estética, e é ela que hoje me permite construir tecnologia para clínicas entendendo a clínica por dentro.
Em 2020, no auge da pandemia, servi como fisioterapeuta no serviço público de saúde do Rio Grande do Norte. Em 2025, comecei Medicina na Europa — e, em 2026, tomei uma das decisões mais difíceis da minha vida: pausei o curso no segundo ano.
Não porque desisti da saúde, mas porque vi uma janela que não ia esperar seis anos de faculdade: a inteligência artificial mudando a medicina agora, na minha frente. Parecia que eu devia seguir o que esperavam de mim — o diploma, o caminho que todo mundo entende. Escolhi um caminho fora da média.
Credencial importa — e as minhas me deram o chão. Mas quem decide o impacto que você causa não é o título. É a coragem de construir.
Formações que criei e escolas que me formaram — lado a lado, em versão simplificada, como lembrança de cada fase.






O catálogo completo das formações está publicado na Hotmart.
A aposta: IA aplicada à saúde — de verdade, não de modinha.
Eu não gosto de modinha. Quando decidi mergulhar em IA, não foi para postar print de robô — foi para responder uma pergunta que me persegue desde a clínica: por que o cuidado em saúde ainda perde tanto tempo, tanto paciente e tanta oportunidade em processos manuais?
Então fiz o que fiz a vida inteira: virei aluno de novo. Estudo diário, certificação pela Anthropic em 2026 e uma regra que rege tudo o que construo: a IA que importa não é a que impressiona em demonstração — é a que melhora o serviço final. O paciente mais bem atendido, a agenda cheia, a clínica que não depende de indicação.
Uma coisa eu trouxe intacta da minha história: método. Do mesmo jeito que o SOS desprograma, reprograma e implementa comportamento, eu aplico IA sobre problemas reais, testo pequeno, meço — e só então escalo. Foi o estudo que me apresentou esse mundo de possibilidades, e é pelo estudo que eu continuo entrando nas salas onde o futuro é construído.
A trajetória, em fotos.
Deslize — cada quadro é um capítulo real. O histórico completo está no LinkedIn.
45 dias no Vale do Silício, construindo em público.
Enquanto você lê isto, estou em San Francisco, numa imersão de 45 dias no coração da IA mundial — conhecendo fundadores, participando de eventos, testando ferramentas no dia em que são lançadas. E documentando tudo, um vídeo por dia, no @drsostenes, onde mais de 30 mil pessoas acompanham a jornada.
Não vim passear. Vim construir a Zatheon — o ecossistema que reúne o que essa história me ensinou: saúde por dentro, venda na prática, ensino e IA aplicada.
E o propósito é um só: construir o que eu queria ter tido. A ferramenta que facilita a vida do profissional de saúde que quer empreender, se desenvolver e crescer — vender os seus serviços, os seus cursos, as suas mentorias, inspirar pessoas e escalar. O que eu fiz sozinho, madrugada adentro, ninguém mais deveria precisar fazer sozinho.
O profissional que começou numa clínica no interior do Rio Grande do Norte hoje constrói o próprio futuro em público. Não porque ficou fácil — porque aprendi, em cada fase, que o próximo nível se constrói com a coragem de recomeçar como aluno.
"Não deixe virar normal aquilo que um dia, para você, parecia um milagre."
— Sóstenes Costa Paiva, biomédico, fisioterapeuta e fundador da Zatheon